Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...
E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...
Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...
Você é assim
Um sonho pra mim
Quero te encher de beijos
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...
E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...
Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...
Você é assim
Um sonho pra mim
Você é assim...
Você é assim...
Você é assim...
-"Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Penso em você
Desde o amanhecer
Até quando me deito
Eu gosto de você
Eu gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor"
terça-feira, 30 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
O que é a Felicidade?*
- Que é a felicidade?
- Portanto, a felicidade é sentirmo-nos portanto de bem com a vida.
- Pronto, a felicidade é termos, pronto, aquilo que pronto mais desejamos.
- A felicidade exactamente é termos exactamente aquilo que exactamente nós queremos.
- A felicidade não é? é estarmos contentes, não é? connosco mesmos.
- A felicidade, quer dizer, é ambicionar-mos, quer dizer só o que nos é necessário.
- A felicidade, porra, é a gente, porra, não estar chateado, porra.
- A felicidade an an... é an...
São sete «bordões». Mas há mais. Quase toda a gente os usa. São os intervalos em que vamos pensando uma resposta ou simples exposição. Como talvez o gaguejar de um gago.
* Título e texto de Vergílio Ferreira (in Escrever), retirados daqui. Destaques da minha autoria.
- Portanto, a felicidade é sentirmo-nos portanto de bem com a vida.
- Pronto, a felicidade é termos, pronto, aquilo que pronto mais desejamos.
- A felicidade exactamente é termos exactamente aquilo que exactamente nós queremos.
- A felicidade não é? é estarmos contentes, não é? connosco mesmos.
- A felicidade, quer dizer, é ambicionar-mos, quer dizer só o que nos é necessário.
- A felicidade, porra, é a gente, porra, não estar chateado, porra.
- A felicidade an an... é an...
São sete «bordões». Mas há mais. Quase toda a gente os usa. São os intervalos em que vamos pensando uma resposta ou simples exposição. Como talvez o gaguejar de um gago.
* Título e texto de Vergílio Ferreira (in Escrever), retirados daqui. Destaques da minha autoria.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Duzentos e catorze dias
Do dia 23 de Abril a 23 de Novembro de 2010 passaram-se duzentos e catorze (214) dias!
Foi o tempo que os serviços camarários demoraram a deslocar-se até à Rua Alexandre Herculano para regularizar um problema que, ao início seria de fácil resolução mas que o desleixo, a incúria, o "deixa andar" tipicamente português, tornaram em obra mais complexa. E que poderia ter sido evitada, uma vez que os alertas deixados, tanto neste blog, como nas redes sociais e, mais tarde, num órgão autárquico, não foram levados a sério.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O buraco aumentou
À semelhança da situação financeira e orçamental do nosso país, também o buraco existente na Rua Alexandre Herculano, nesta cidade de Almeirim, aumentou de dimensões. Não só em diâmetro, mas também em profundidade.
Depois de já ter alertado, aqui, por diversas vezes a situação (desde Abril), de ter levado a mesma a uma sessão da Assembleia de Freguesia de Almeirim realizada em finais de Setembro, nada foi feito. Com a chuva que tem caído e com a circulação de veículos, o pavimento abateu.
Vamos ver se será desta...
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Time flies
Parece que foi ontem que reiniciei o meu percurso académico e ontem dei por mim a pedir conselhos para o trabalho final de curso.
Realmente, time flies...
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Umas atrás das outras
Parece que a "renovada" maioria socialista da Câmara Municipal de Almeirim gosta de trapalhadas. É que são umas atrás das outras:
domingo, 14 de novembro de 2010
Momento de introspecção... III
Come a little bit closer
Hear what I have to say
Just like children sleepin'
We could dream this night away.
But there's a full moon risin'
Let's go dancin' in the light
We know where the music's playin'
Let's go out and feel the night.
Because I'm still in love with you
I want to see you dance again
Because I'm still in love with you
On this harvest moon.
When we were strangers
I watched you from afar
When we were lovers
I loved you with all my heart.
But now it's gettin' late
And the moon is climbin' high
I want to celebrate
See it shinin' in your eye.
Because I'm still in love with you
I want to see you dance again
Because I'm still in love with you
On this harvest moon.
sábado, 13 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Convicções
É algo de que a política carece. De pessoas convictas naquilo que consideram ser o melhor para ajudar as populações a viverem melhor. E homens (e mulheres) de fortes convicções não são exclusivos do partido A ou do partido B; existem em todos os partidos.
Ontem tive o grato prazer de conhecer o Dr. Silvino Sequeira que, não sendo da minha cor partidária, não deixou de me impressionar pela forma como exprime as suas convicções, contagiando quem o escuta. Devo dizer que estava um pouco céptico ao início . Pensava que fosse mais um daqueles políticos que previligiam a retórica em detrimento da prática. Felizmente, enganei-me. Falou com a mesma energia durante cerca de 90 minutos sobre a sua experiência como autarca, como governador civil, da contratualização dos fundos comunitários e de como o processo de regionalização (do qual é um acérrimo defensor) contribui para o desenvolvimento nacional.
E, sobre este assunto, perante o qual eu era "radicalmente contra", as suas explicações ajudaram-me a ver as coisas por um outro prisma. Se a regionalização for feita correctamente e explicada de forma séria aos portugueses, poderá ser um passo importante para que Portugal se desenvolva de forma harmoniosa, sem desperdício de recursos, que tanta falta nos fazem. Mas, para isso, é necessário que os agentes políticos vejam a política como um fim e não como, infelizmente presenciamos, um meio para atingir um outro qualquer objectivo que não é a melhoria das condições de vida das populações.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Farpas
Dediquei-me, durante o fim-de-semana passado, a remexer em alguns livros da minha colecção até que parei na colecção "As Farpas Completas", de Ramalho Ortigão (edição Círculo de Leitores). E não demorou muito a constatar que o Portugal do final do século XIX é o mesmo Portugal em que actualmente vivemos. Apesar de todas as mudanças ocorridas, continuamos, enquanto povo, na mesma. O excerto que se segue, é exemplo disso:
«O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já não se crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta a cada dia. Vivemos todos ao acaso. […] O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretárias para as mesas dos cafés. A ruína económica cresce, cresce, cresce… O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
[…]
De resto a ignorância pesa sobre o povo como um nevoeiro. […] A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padres-nossos maquinais.
Não é uma existência, é uma expiação.»
Quem muitos burros toca...
Passou-me completamente ao lado o 3.º aniversário deste espaço, ocorrido no passado domingo 31 de Outubro.
Como se costuma dizer, «quem muitos burros toca, algum há-de ficar para trás»...
Subscrever:
Mensagens (Atom)

