quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O que é ser de direita e o que é ser de esquerda

Quando um tipo de direita não gosta de armas, não as compra.
Quando um tipo de esquerda não gosta de armas, quer proibi-las.

Quando um tipo de direita é vegetariano, não come carne.
Quando um tipo de esquerda é vegetariano, quer fazer campanha contra os produtos à base de proteínas animais.

Quando um tipo de direita é homossexual, vive tranquilamente a sua vida como tal.
Quando um tipo de esquerda é homossexual, faz um chinfrim para que todos o respeitem.

Quando um tipo de direita é prejudicado no trabalho, reflecte sobre a forma de sair desta situação e age em conformidade.
Quando um tipo de esquerda é prejudicado no trabalho, levanta uma queixa contra a discriminação de que foi alvo.

Quando um tipo de direita não gosta de um debate emitido por televisão, apaga a televisão ou muda de canal.
Quando um tipo de esquerda não gosta de um debate emitido por televisão, quer prosseguir em justiça contra os sacanas que dizem essas sacanices. Se for caso disso, uma pequena queixa por difamação será bem-vinda.

Quando um tipo de direita é ateu, não vai à igreja, nem à sinagoga, nem à mesquita.
Quando um tipo de esquerda é ateu, quer que nenhuma alusão à Deus ou a uma religião seja feita na esfera pública, excepto para o Islão (com medo de retaliações, provavelmente).

Quando a economia vai mal, o tipo de direita diz que é necessário arregaçar as mangas e trabalhar mais.
Quando a economia vai mal, o tipo de esquerda diz que os sacanas dos proprietários são os responsáveis e punem o país.

Teste final:

Quando um tipo de direita ler este teste, fá-lo seguir.
Quando um tipo de esquerda ler este teste, não o transfere de certeza.

(via Corta Fitas)

sábado, 14 de janeiro de 2012

Conversas em família?


Depois de ter existido na rádio RCA Ribatejo um espaço da exclusiva responsabilidade do Presidente da Câmara Municipal de Almeirim, será este o seu novo espaço de propaganda?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A corrupção e o seu combate

Uma reflexão e uma opinião bastante interessantes sobre o fenómeno da corrupção e de como combatê-lo, pelo fiscalista Tiago Caiado Guerreiro. A não perder! Via Insurgente.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Esperar que os outros resolvam os nossos problemas

A Assembleia da República aprovou uma alteração ao Código do Trabalho que permite a prorrogação dos contratos de trabalho a termo certo até a um máximo de 18 meses. No entanto, esta alteração não se aplica aos contratos de trabalho celebrados pela administração pública.

É uma pena pois, a aplicar-se, resolvia a trapalhada que o Presidente da Câmara Municipal de Almeirim criou, relativamente aos funcionários da ex-ALDESC. Pelo menos, era isso que ele esperava vir a acontecer.

É tão mais fácil serem os outros a resolverem os problemas por nós criados!